domingo, 11 de novembro de 2012

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA

O  TERMO DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM ( DA)


           CLASSIFICA-SE OS TRANSTORNOS DA APRENDIZAGEM DENTRO DOS TRANSTORNOS,GERALMENTE DIAGNÓSTICADO PELA PRIMEIRA VEZ NA INFÂNCIA OU NA ADOLECÊNCIA: O TRANSTONO DA LEITURA, O DA MATEMATICA O DA EXPRESSÃO ESCRITA E O TRANSTORNO DA APRENDIZAGEM EM OUTRA ESPECIFICAÇÃO.
     GERALMENTE PARA SE CARACTERIZAR  ESSA DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM, SEGUNDO A CONCEITUAÇÃO INTERNACIONAL,CONSIDERANDO A IDADE CRONOLÓGICA DO SUJEITO E SEU QUOCIENTE INTELECTUAL E SEU FUNCIONAMENTO FOR SUBSTANCIALMENTE ABAIXO DA MÉDIA NESSE MOMENTO PODE-SE TRABALHAR AS PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA E MODELOS BASEADOS EM HABILIDADES DE LEITURAS,ESCRITA E MATEMÁTICA. EM (NJCLD,1988:1988A,B) ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, DIZ QUE A CONCEITUAÇÃO DO COMITÊ CONJUNTO SOBRE DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM ESTÁ NA MESMA LINHA, AO SUGIRIR QUE AS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM SÃO ALGO HETEROGÊNEO, SUPÕEM PROBLEMAS SIGNIFICATIVOS NA CONQUISTA DE HABILIDADES DA LEITURA, DA ESCRITA E DA MATEMÁRICA, QUE SE ACREDITA SER INTRÍSICAS AO INDIVIDUO, É POSSÍVEL ENCONTRAR SUPERPOSIÇÃO COM OUTROS PROBLEMAS QUE NÃO SE DEVE A INFLUÊNCIAS EXTRÍSICA. E TEMOS QUE ESTÁ MUITO BEM PREPARADOS PARA DEFINER UM DIAGNÓSTICO PARA AS DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM, COM O USO DE TESTES PADRONIZADOS PARA RENDIMENTO DA LEITURA, O SOLETRAMENTO, O CALCULO ARITMÉTICO, COMO ALGO ESSENCIAL.PORQUE  EXISTE ALUNOS COM DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM, MAS QUE SÃO VERDADIROS TALENTOS COM A ARTE, COM A DANÇA, NA MECÂNICA, NA MÚSICA, NO ESPORTE
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  OS CINCO PRÍNCIPOS DO NJCLD (1988) E O PROCESSO DE INTERVENÇÃO.

1 - As DAs SÃO HETEROGÊNEAS, INTER E INTRA-INDIVIDUALMENTE.
2 - As DAs PRESSUPÕES DIFICULDADES SIGNIFICATIVAS NA AQUISIÇÃO E NO USO DA COMPEENÇÃO, NA FALA, DA LEITURA, DA ESCRITA, DO RACIOCÍNIO E OU DAS HABILIDADES MATEMÁTICAS.
3 - As DAs SÃO INTRÍSICA AO INDIVIDUO.
4 - As DAs PODEM OCORRER DE FORMA CONCOMITANMTE COM OUROS PROBLEMAS QUE CONSTITUEM POR SI MESMO UM DA.
5 - As DAs NÃO SE ORIGINAM POR INFLUÊNCIAS EXTRÍSICA.

FALANDO EM DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM, NÃO PODERÍAMOS DEIXA DE ACREESCENTAR A CONTRIBUIÇÃO DE SAMUEL A. KIRK, CONSIDERADO O PAI DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM, COM SEU FALECIMENTO VÁRIOS ARTIGOS FARAM PUBLICADOS.AQUI FAREMOS UM BRE3VE COMENTÁRIO DO SEU LEGADO PARA  CONTIBUIÇÃO DAS DIFICULDADES APRENDIZAGENS(DA). SENDO UMA PESSOA MUITO EXIGENTE, E QUE COMPREENDIA NÃO SÓ A VALIDAÇÃO DOS MÉTODSOS,COMO TAMBÉM AS DOCUMENTAÇÃO E A VERIFICAÇÃO DE QUE FUNCIONAVAM MAS, SEMPRE BUSCOU A VERIFICAÇÃO CIÊNTIFICA, OU SEJA, A EXPERIENCIA E A INVESTIGAÇÃO FORAM SEMPRE SEUS GUIAS.
           EM 1950, ENTENDIA QUE SE FIZESSE A INVESTIGAÇÃO PRECOCE A EFICACIA ERA PRODUTIVA E SIGNIFICATIVA. FAZENDO UM DOS SEUS TRABALHOS COM CRIANÇA COM RETARDO MENTAL, DESCOBRIU QUE EXISTIA CRIANÇA QUE NÃO APRENSETAVAM UMA INTELIGÊNCIA BAIXA E SIM PROBLEMAS ESPECÍFICOS DE APRENDIZAGEM, DAÍ EM 6 DE ABRIL DE 1963, CRIOU O TERMO 'DIFICULDADES DE APRENDIZAGENS', USAVA ESSE TERMO PARA SE REFERIR AO UM GRUPO ESPECÍFICO DE PESSOAS COM PROBLEMAS ESPECÍFICO DE LINGUAGEM,FALA,LEITURA,ESCRITA,MATEMÁTICA OU OUTRAS ÁREAS E QUE ERA DIFERENTE DE RETARDO MENTAL

 

terça-feira, 30 de outubro de 2012

AS FACES DA VIOLÊNCIA UM MEDO SOCIAL


AS FACES DA VIOLÊNCIA UM MEDO SOCIAL

Roméria Costa Melo
Profª. Nivana Batista
Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI
Licenciatura em Pedagogia – PED 0030 Módulo VI
                                                                    29/11/2012


RESUMO


Esta pesquisa tem como objetivo, analisar as causas de violência, do ódio, e de quanto isso tem causado sofrimento e prejuízos, e cria um ambiente propício para doenças principalmente mental. Busca-se identificar políticas que possam amenizar esses conflitos e o que fazer para erradicá-la, conforme a abordagem de Odair Furtado, Ana M. Bahia Bock, e Maria de Lourdes Trasse Teixeira A finalidade da Ética é ter uma vida boa, e ter uma boa vida implica uma ética de responsabilidade, para com o mundo, os outros e eu mesmo, uma ética que permita um compromisso radical com o bem estar do ser humano e uma crítica contundente a todas as condições que queiram retirar desse ser humana a dignidade.

Palavras-chave: Violência. Dignidade. Ética.




      INTRODUÇÃO


              O tema violência a cada dia ocupa as páginas de jornal, debates e palestras com diversos especialistas nas áreas do conhecimento, inclusive da psicologia. Todos buscam a compreender por que a violência tem generalizado nas relações humanas em muitos lugares do mundo e o que fazer para erradicá-la ou pelo menos minimizar seus efeitos. Este tema diz respeito a toda sociedade, grandes centros urbanos que estão vivendo num ambiente de insegurança, cuja característica é um medo social.
               Não deixando de mencionar a violência ela é uma produção humana, não se resume somente ao crime apesar de que esse tipo de violência é a mais descarada, mas o homem em si produz muita violência, quando não respeita o espaço do outro, quando não é moderado ou flexível com o grupo ao qual pertence criando assim um campo fértil para violência. Precisamos compreender que a agressividade é um impulso que pode se voltar para fora do indivíduo ou para dentro ele, ela se constitui a vida psíquica, fazendo parte do binômio amor/ódio, pulsão de vida/pulsão de morte. Para Odair Furtado, Ana M. Bahia Bock, e Maria de Lourdes Trasse Teixeira, a agressividade está relacionada com as atividades do pensamento e da imaginação ou ação verbal e não verbal. Portanto alguém muito bonzinho pode ter fantasias altamente destrutivas ou sua agressividade pode manifestar-se pela ironia, pela omissão de ajuda, ou seja, a agressividade não se manifesta exclusivamente por humilhação, constrangimento ou destruição do outro, isto é, pela ação verbal ou física sobre o mundo.
                          



2         A AGRESSIVIDADE UMA FACE DA VIOLÊNCIA


                        Como foi falada anteriormente a agressividade está relacionada com atividades do pensamento, da ação verbal ou não verbal. A agressividade é muito importante para autoconservação, sendo um comportamento emocional natural da espécie humana e (inclusive dos animais), pois quando nos posicionamos a qualquer ação fazemos uso dela e são manifestadas na mais tenra idade, as crianças fazem uso dela para chamar a atenção para si, quando estão diante de uma situação que as fazem inseguras. A ação está sempre ligada à agressividade e a reação à violência.
                        A agressividade é extremamente importante para se conquistar o espaço pessoal frente à determinação do social ou do outro. A violência entre os relacionamentos dos pares, a agressividade descontroladas fora das situações que emitem perigo, geralmente estão presentes dentro e fora das famílias. Isto ocorre por se tratar de sentimentos frustrados, de carência, dificuldade de amar, todas essas situações promovem comportamentos destrutivos. A educação é o mecanismo social da Lei e da tradição que busca subordinação e o controle dessa agressividade, assim desde muito tenro o homem aprende a reprimi-la e não expressá-la de modo descontrolado, à medida que o mundo da cultura cria condições para que o individuo possa conter, canalizar, levar esses impulsos para produções positivas: Produção Intelectual, Produção Artística, desempenho esportivos, etc.
                          A Psicanálise afirma que a agressividade é constitutiva do ser humano, e que a cultura e a vida social trabalham como reguladora dos impulsos destrutivos. Essa ação reguladora se dá nos processos de socialização, através de vínculos significativos que um individuo estabelece com o outro e assim possa internalizar esses controles. Não se fazendo necessários controles externos, uma vez que os controles estão dentro do indivíduo. Esses controles internos que a psicanálise através do Freud explica é que a ansiedade que está no interior do homem tem como função alertar o ego ou o eu, para situações de perigo, controlando ou inibindo os desejos ou reações que vão ao encontro dessas situações. Assim uma função necessária e muito importante para o desenvolvimento psíquico. Porém o que tem se questionado muito nestes dias é que os excessos de situações que tem provocado ansiedade, causando assim um descontrole e gerando a  violência.
                          A sociedade possui também mecanismo de controle ou punição dos comportamentos agressivos como leis. Esse modo de compreender a agressividade, nos leva a refletir que ela também pode agir de forma positiva na construção do individuo, pois é responsável, por exemplo, pela capacidade de enfrentar situações novas desconhecidas que está relacionada com a ousadia e a capacidade de autodefesa, portanto a destrutividade é um de seus aspectos.



3        ASPECTOS LIGADOS A PRODUÇÃO DA VIOLÊNCIA


                           A violência é o uso desejado da agressividade com fins destrutivos. Há sempre uma intencionalidade no agente da violência, ou seja, a violência é muitas vezes planejada e implica sempre numa relação de poder (o adulto tem poder sobre uma criança) QUE ESTÁ SUBMETIDO, SUBJUGADO. Existe sempre um prejuízo físico, psíquico, social, para a vitima que sofre a violência. E para o agente da violência sua ação revela também um prejuízo, um sintoma grave no tecido social e no individuo. Para Jurandir F Costa (São Paulo. Graal, 2003) afirma que.

 [....] que podemos entender como violência aquela situação em que o individuo “ foi submetido a uma coesão e um desprezar absolutamente desnecessários ao crescimento, desenvolvimento e manutenção de seu bem estar físico , psíquico e social.

  
                                 Os fatores que determinam a violência são múltiplos. Ela é um sintoma social, sua criação está nos fatores históricos, econômicos, sociais, culturais, psicológicos e outros. Quando se trata de violência a desigualdade social é um fator  que tem sido discutido muito nos últimos dias, pois existe entre países, povos e entre alguns setores e uma mesma população, segundo o historiador Inglês Eric Hobs Bawn (São Paulo 2005). Afirma que o aspecto mais cruel da desigualdade social é aquele que existe entre os cidadãos de um mesmo país, porque os setores tem seu destino traçado pela sua origem social e não podem consumir bens materiais que outros setores da mesma população consomem. Ou seja, dependendo do bairro da cidade onde uma criaça mora é possível saber a qualidade de sua alimentação, se irá estudar numa escola pública ou particular ou até mesmo se terá chance de uma faculdade. Por isso nos lugares mais pobres que é um terreno fértil para a desigualdade social a violência é mais intensa não significando que nas áreas mais nobre não exista, mas em grau menor.
                         A produção da violência está ligada na ausência de estímulos nas vidas das pessoas, que promova os valores da solidariedade, tolerância com os outros: O tráfico Internacional de drogas, armas, de seres humanos que se ramificam pelo mundo, afetando a vida de multidões pessoas e suas famílias. A inserção dos adolescentes na disseminação do uso das drogas tem causado muitos casos de violência, como estupro, assalto, assassinato, que são cometidos em série e a violência cada vez aumenta seus índices nas escolas. Entretanto é muito difícil observar as faces da violência nas expressões como guerra, corrupção, destruição do meio ambiente, corrupção, fome. Essas práticas de violência estão diluídas no nosso cotidiano e já nos acostumamos a muitas delas, quem não viveu situações como humilhação, omissão de ajuda e atos de violências mesmo nos lugares considerados mais protetores de seus membros como a escola, a família, grupos de amigos, além disso, conhecemos práticas de violência nas instituições que existem para erradicá-la, como a polícia, as prisões. Não deixando de elencar que existe forma  sutis de violência que chega ser até difícil de reconhecer como ausência de vagas nas escolas, atendimentos precários na saúde, condições de habitação sub-humana, e Hanna Arente, afirma que.” A  indiferença com o sofrimento do outro é a pior forma de violência, porque retira do outro seu estatuto de humanidade, ela invadiu todas as áreas de relação do Individuo”. Para Hélio Pellegrino, 1984.
Um aspecto bastante citado como determinante de várias expressões da violência, refere-se a deteriorização de valores éticos agregadores da vida coletiva como a dignidade, a justiça, a solidariedade. Esses valores presentes nas relações humanas são considerados um cimento social.
                       O seu endurecimento produz outro ambiente de sociabilidade no qual novas gerações são formadas e altera as qualidades dos vínculos sociais, do valor da vida do outro. Causando um grande mal que vai acompanhando a humanidade e a cada dia intensifica todo tecido social, é necessária uma estratégia que trabalhe nas organizações sociais, como escola, sociedade, família. O que deve começar desde muito cedo nas crianças, nas pessoas como adultos, consolidando formadores de geração incentivando os valores da solidariedade, da Tolerância co o outro, da empatia enfim de habilidades que venham digerir com a violência que muitas vezes está inserida no nosso interior. Por isso que Robert Castel, 2005, afirma;.
“A violência doméstica está presente em todas as classes sociais as vezes escamoteado pelo segredo familiar. È importante detectar e tratar tanto o agressor como a vitima, porque a maioria dos agressores foi vitima de violência na infância ou na adolescência.”

Um fotografo Francês, que se identifica somente como Jr, mudou a paisagem no morro da providência no centro do Rio de janeiro, estampando os rostos de moradoras vitimados pela violência em painéis gigantes nas fachadas das casas.



 









4         CONSIDERAÇÕES FINAIS



                Mediante as pesquisas realizadas vimos como os processos de aquisição dos valores éticos são falhos e esquecidos na sua aplicação, pois sempre costumamos ouvir da mídia no geral que ocorrem nas instituições escolares casos de violência e que deixam a sociedade estarrecida.
                          A violência em toda  sua estrutura, assusta, aterroriza e deixa marcas que não são tão fácies de extinção. Às vezes a escola não convive com atitudes que são extremas de violência, mas suas ramificações são terríveis como: a agressividade, o Bullyng. É necessário vislumbrarmos alguma saída porque vivemos nesta comunidade planetária, neste bairro do universo e queremos uma vida boa, e para ter uma vida boa implica em considerar o mundo da natureza, dos objetos, dos outros homens e o meu próprio corpo o meu mundo interno. Ter uma ética de responsabilidade para com o mundo para com os outros e para comigo mesmo, desenvolver a solidariedade com o próximo e com outro anônimo, tolerar a diferença e os diferentes e ser um promovedor da dignidade e bem estar do ser humano.      
                Diante de tudo o que foi exposto é necessário estudar, dialogar, analisar, o que pode está sendo executado e estabelecer metas para conter, enfrentar, prevenir e até reverter este quadro. Se a escola e todo corpo docente elaborar ideias nunca esquecendo que o individuo precisa somente de boas relações de convivência. Então será criado um ambiente com um clima saudável e preparado para a aprendizagem e o desenvolvimento de potencialidades na vida de cada um.






















5        REFERÊNCIAS



AQUINO, Julio Gropp. Indisciplina. São Paulo. Ed. Moderna, 2003.

BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologia Social. São Paulo. Ed. Saraiva. 2002.

COSTA, Jurandir Freire. Violência e Psicanálise. Rio de Janeiro; Ed. Graal, 2003.


CASTEL, Robert. A Insegurança Social. Ed.Petrópolis Vozes, 2005


GARCIA, Joe. Indisciplina na Escola. Curitiba nº95. 1999.


HOBSBAWN, Eric. A era da Incerteza. São Paulo. Ed.Capanhia das Letras, 1995.


LEVISKY, David Léo (Org.). Adolescência pelos caminhos da violência – a psicanálise na prática social. São Pulo.Casa do Psicólogo,1998


LANE, Silvia. T.M. Codo, Wanderley. Psicologia. São Paulo. Ed. Brasiliense, 2004.

MOREIRA, Roméria Costa Melo. Estágio disciplina II. Séries Iniciais do Ensino Fundamental. 2012.

PRETTE, Almir Del; PRETTE, Zilda. Habilidades Socias Desenvolvimento e aprendizagem. Campinas-SP. Ed. Alínea, 2003.



sexta-feira, 7 de setembro de 2012

ANAMNESE PSICOPEDAGOGIA HOSPITALAR

PODENDO SER USADA EM CRIANÇAS E ADOLECENTES.(OLIVIA PORTO,PSICOPEDAGOGIA HOSPITALAR).

ENTREVISTA DE ANAMNESE.

ANAMNESE GERAL.

1 - INTRODUÇÃO:

NOME;................................................................................................................................

DATA DE NASCIMENTO;......./........../.............
IDADE CRONOLÓGICA;...............
DATA;........./.........../..............
ENDEREÇO;........................................................................................................................
TELEFONE;.......................................................

SEXO; (  ) MASCULINO  (  ) FEMININO

FILIAÇÃO;...........................................................................................................................

INDICAÇÃO;.......................................................................................................................

2 - MOTIVO DA INTERNAÇÃO;.......................................................................................

EVOLUÇÃO DO QUADRO;

(  )  MELHOROU                     (  ) PIOROU                       (  ) ESTACIONOU

....................................................................................................................................................

3 - ANTECEDENTES PATOLÓGICOS;

TRATAMENTO MÉDICO;

ANTERIOR..................................................................................................................................
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.....................................................................................................................................................
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ATUAL........................................................................................................................................
....................................................................................................................................................
....................................................................................................................................................
.....................................................................................................................................................
HÁ OUTRAS PESSOAS NA FAMÍLIA COM O MESMO PROBLEMA?

(  )  SIM       (   )  NÃO

QUEM?........................................................................................................................................
......................................................................................................................................................

4  -  DISCRIÇÃO DO DESENVOLVIMENTO;

       ORGÂNICO

        NEUROLÓGICO;

        TEVE FEBRE?  (  ) SIM      (   ) NÃO

         IDADE................................................................................

LEVOU ALGUM TOMBO SÉRIO?   (  )  SIM         (   )   NÃO

IDADE...........................................................................................

TEVE CONVULSÃO ?  (  )  SIM      (   )  NÃO

IDADE.......................................................................................

FAZ TRATAMENTO NEURTOLÓGICO?  (   ) SIM      (    )  NÃO

ONDE?..................................................................................................
PARA O QUE?......................................................................................
HÁ QUANTO TEMPO?........................................................................

TOMA MEDICAMENTO?   (   ) SIM       (    )  NÃO

QUAL A FREQUENCIA?....................................................................
FEZ EEG?    (   )   SIM       (   )   NÃO

EM QUE DATA........./.........../...............

QUAL O RESULTADO?.................................................................................................
........................................................................................................................................
COMO É A REAÇÃO DA FAMÍLIA EM RELAÇÃO AO PROBLEMA?...................
..........................................................................................................................................................
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SOCIABILIDADE;ASPECTO SOCIOEMOCIONAL.

TEM AMIGOS   (  )   SIM            (    )  NÃO

MUITOS OU POUCOS...................................................................................................

GOSTA DE FALAR?   (    )  SIM     (    )   NÃO

É NEGATIVISTA?...........................................................................................................

COMO SE COMPORTA EM AMBIENTES DIFERENTES?................................................
..................................................................................................................................................
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A RELAÇÃO É BOA COM A FAMILIA?

(    )     SIM         (    )  NÃO.

PORQUE?................................................................................................................................
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HISTÓRIA M´WEDICA;

TEVE OU TEM DOENÇA;............................................................
QUAL?.......................................................................................

QUE TRATAMENTO FEZ OU FAZ?........................................................................................
...................................................................................................................................................
JÁ SUBMETEU A CIRURGIAS?............................................................................................
................................................................................................................................................
QUAL E PORQUÊ?...........................................................................................................
QUANDO?............................................................................................................

HÁBITOS;

COMO DORME?.................................................................

QUAL POSIÇÃO.........................................................................................

ALIMENTAÇÃO;

ALEITAMENTO MATERNO...................................................
ALEITAMENTO ARTIFICIAL..................................................

COMO?.................................................................................
QUANTO TEMPO..............................................................

USOU MAMADEIRA?.......................................
ATÉ QUANDO?.....................................................

HISTÓRIA E TRAJETÓRIA DE VIDA.

COMO FOI A GESTAÇÃO?...........................................................................
.......................................................................................................................
COMO FOI O PARTO?.......................................................................................
.........................................................................................................................
COMO FOI O DESENVOLVIMENTO MOTOR?.......................................................
.......................................................................................................................................
COMO ERA A ALIMNETAÇÃO?...................................................................
.............................................................
QUANDO FALOU?............................................................
......................................................
O QUE FALOU?........................................

CONDIÇÕES EM AMBIENTE FAMILIAR;

TIPO DE MORADIA.................................................
QUANTAS PESSOAS RESIDEM?.................................
COMO É O RELACIONAMENTO FAMILIAR?.............................................................
HÁ CRIANÇAS?.....................................
QUANTAS?............................................

ALGO QUE GOSTARIA DE ACRESCENTAR?.............................................................
........................................................................................................................
 
PROFISSIONAL.

HÁ ALGO QUE CONSIDERE INTERESSANTE QUE NÃO TENHA SIDO PERGUNTADO?..........................................................................................................................
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DIAGNÓSTICO.
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ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO HOSPITALAR.

NOME;...................................................................
PAI;.............................................................................
MÃE;..........................................................................
D.N;.........................................................................
NATURALIDADE;.................................................
HD;......................................CD;..............................

RESUMO DA ENTREVISTA COM O PACIENTE OU COM O RESPONSÁVEL................
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AVALIAÇÃO PSICOPEDAGÓGICA;

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PROGRAMAÇÃO PSICOPEDAGÓGICA;..................................................
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PLANO DE AULA: COMO ELABORAR

PARA FAZER O PLANO DE AULA, VOCÊ PODE PLANEJAR E ORGANIZAR INÚMERAS FORMAS, PORÉM ALGUMAS AÇÕES TEM QUE SER OBSERVADAS

 1  -  TRABALHAR ATIVIDADES PERMANENTES DE MATEMÁTICA.

         AS QUATRO OPERAÇÕES.

2   -  OBJETIVO.

        CRIAR ESTRATÉGIAS COM AS OPERAÇÕES.

3  -   CONTEÚDOS.

         ELABORAR  E RESOLVER PROBLEMAS SÉRIES PROPORCIONAIS
         OBSERVAR OS ASPECTOS DA RESOLUÇÕES.

4  -    ANO 4º


5 -     TEMPO ESTIMADO.

          UMA AULA POR SEMANA.

6 -      MATERIAL USADO.

           PALITO DE PICOLÉ OU CAIXA DE PALITO FÓSFORO.

7  -      DESENVOLVIMENTO.

           1ª ETAPA.
            PEÇA PARA OS ALUNOS RESOLVAM O SEGUINTE PROBLEMA: ' JOSÉ COMPROU 3
            PACOTES DE PALITOS DE PICOLÉ.CADA PACOTE VEM CON 15 PALITOS,QUANTOS
            PALITOS JOSÉ COMPROU?"

8 -       2ª ETAPA.
            DISCUTA OS DIVERSOS ASPECTOS QUE PODEM APARECER NA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA,COMO A SOMA DOS NÚMEROS (3+15),NESSE CASO COMPARTILHE A ESTRATÉGIA PARA OS ALUNOS E PERGUNTA SE ESTÁ CORRTETA, ESPERA-SE NA RESPOSTA DO TIPO,ESSA CONTA NÃO É PARA ESSE PROBLEMA DÁ 18 E SÃO 45 PALITOS. EM VEZ DE DIZER QUE O PROCEDIMENTO DA SOMA ESTÁ ERRADO, ENFATIZE QUE A CONTA ESTÁ CERTA (3+15=18), PORÉM ELA N~ÇAO ESTÁ ADEQUADA PARA ESTE PROBLEMA, E CRIE OUTRAS ESTRATÉGIA E COMPARTILHE,FAZENDO COM QUE ELES RACIOCINE.

AVALIAÇÃO.

VERIFIQUE A CONDIÇÃO QUE ESTÃO OS ALUNOS, VERIFIQUE O QUE CHAMOU MAIS A ATENÇÃO, SE HOUVE AVANÇO NAS ESTRATÉGIA E REGISTRE O DESEMPENHO DE CADA UM.

  



sexta-feira, 10 de agosto de 2012

ROTEIRO DE DIAGNÓSTICO PSICOPEDAGÓGICO CLINICO


ROTEIRO DE DIAGNÓSTICO

I – TÓPICO
IDENTIFICAÇÃO DO SER COGNOSCENTE
§  Nome:
§  Data de nascimento:
§  Idade:
§  Escolaridade
§  Nome da Instituição que estuda
§  Série:
§  Religião:
IDENTIFICAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS:
§  Nome:
§  Data de Nascimento:
§  Nível de Escolaridade
§  Profissão
§  Religião
§  Telefone
§  E-mail
II – TÓPICO
ENQUADRE – contrato de esclarecimento entre o profissional      de
                         psicopedagogia e os responsáveis. Para as partes terem
                         clareza de como será desenvolvido o trabalho.

§  Determinar o número de seção:
§  Quantas vezes por semana:
§  A hora da seção:
§  O tempo de duração da seção:
Obs. 1:  Deve-se deixar claro que o responsável tem que avisar com
            antecedência se vai ou não para a seção. Mostre a ele os motivos de ter essa consciência.

III – TÓPICO
MOTIVO DA CONSULTA
§  O que lhe fez procurar essa consulta
§  Perceber o compromisso com a família
§  O que eles esperam encontrar com esse atendimento
§   
IV- TÓPICO
QUEIXA BÁSICA: Vá direto ao que está acontecendo com o sujeito
§  Na visão dos responsáveis
§  Na visão da escola
§  Na visão do próprio ser cognoscente
V- TÓPICO
ANAMNESE- Historia de vida do próprio sujeito observando:
§  O antes 
§  O durante
§  O depois
Obs. 2: Se for pai biológico é interessante perguntar se a gravidez foi   
          desejada, se não foi planejada ver se  foi rejeitada ou não.

§  Escrever tudo o que você pergunta para o sujeito, e o que ele responde para você.
§  E a forma como ele responde se foi: chateada, pensativa, irritada, etc.
§  Pergunta sobre a saúde física e mental da mãe durante a gravidez: se ela adquiriu algumas doenças como foi o seu estado emocional durante a gestação, como concebeu a gravidez.
§  O que ocorreu durante o nascimento – período neonatal: o parto foi vaginal normal, natural ou cesariana, tentou normal não deu e foi para a cesariana.
§  A criança foi para a incubadora: quanto tempo? Ela chorou logo ao nascer, pegou logo a mama, quanto tempo levou para sugar? Um dia, dois dias, uma semana, duas semanas. Se demorou por que, era problema nos seios; o bico do seio era investido, ou porque custou foi naturalmente.
§  Como foi o seu desenvolvimento engatinhou, sentou, andou  com quantos meses?
§  Como foi a mudança de alimentos, como ocorreu na sua concepção?
§  Com quantos anos deixou de usar fraldinhas, com quantos anos deixou de fazer xixi ou pipi nas roupas?
§  Ela tem dificuldade de se relacionar. Desde quando?

Obs. 3: A anamnese só é realizada com os responsáveis do sujeito. Toda informação que a família for dando durante os encontros acrescente na anamnese por isso, é muito importante que se deixe espaço para futuras anotações em todos os tópicos.

VI – TÓPICO
ENTREVISTA
VI.I – Com o ser cognoscente
VI.II- Com os professores gestores e coordenadores

§  Primeiro momento com o ser cognoscente é para conhecê-lo, saber se ele sabe o porquê dele está ali, se sua mãe lhe falou. E tentar passar o máximo de segurança para ele.
§  Mesmo que você já saiba todos os  dados do ser cognoscente, você vai perguntar para ele e  anotar todos novamente.  
§  Sempre marque um horário que seja bom para a família e para o sujeito.
§  É importante que lhe ofereça um lanche. Em especial ao ser cognoscente de classe menos favorecida.
§  Fazer as anotações sobre como ele respondeu. Como se apresentou ao responder as perguntas; sua expressão facial ficou inibido, zangado, calmo, tranqüilo, nervoso.
§  Depois que conhece a família e o sujeito então você vai marcar uma visita na escola; marcar um dia para a entrevista com o professor e o coordenador; pode ser na sua casa ou na escola onde ele tiver disposição.

VII- TÓPICO
VISITA NA ESCOLA - COMO PROFISSIONAL DO SER COGNOSCENTE É NECESSÁRIO QUE SE TENHA:

§  Visão dos profissionais
§  Observar a estrutura física da escola
§  Diante disso fazer uma comparação no que  está entrelinhas e o que você percebeu.
§  Dizer que vai precisar voltar algumas vezes na escola, e deixar claro que a sua visita na escola é somente para observar o ser cognoscente (na verdade você vai fazer uma investigação sobre o trabalho pedagógico desenvolvido pela professora também).
§  Não tome o relato só pelo que o povo te diz, por que você é um investigador.

Obs. 4: Não se pode aplicar a prova da anamese na casa do ser. Deve se criar um ambiente clínico, de forma que quem está dentro não pode sair e quem está fora não pode entrar, para que não se tenha uma quebra na investigação.

VIII – TÓPICO
APLICAÇÃO DAS PROVAS PSCOPEDAGOGICAS NAS ÁREAS:
1.     AFETIVO-SOCIAL – provas projetivas
2.     PEDAGÓGICA  -  provas específicas de leitura escrita e de cálculos
3.     CORPORAL – provas psicomotoras
4.     COGNITIVA – provas operatórias




IX- TÓPICO
ANÁLISES DOS RESULTADOS

X- TÓPICO
HIPOTÉSES INTERPRETATIVAS

XI- TÓPICO
DEVOLUTIVA
XI.I  - Recomendações e Indicações
XI.II – Prognóstico

Obs. 5: O prognóstico ainda é muito condenado pela medicina, pois o médico já diz até o tempo de vida e ninguém deve programar o tempo de vida da pessoa. Deve-se dizer se o caso de emergência ou se dá para programar. Ex: prognóstico na visão do especialista ele conscientiza o sujeito dos riscos para que ele assuma o compromisso.

PROGNÓSTICO EM PSICOPEDAGOGIA

§  Ex: Caso o sujeito cognoscente esteja em conflito de ordem emocional é interessante que você indique para a família que é necessário levá-lo ao psicólogo e então você fala o que pode acontecer ou não caso não queira procurar o profissional indicado. É explicar o porquê da necessidade de outro profissional


Obs. 6: É imprescindível que seja reservado no seu caderno um espaço livre para cada tópico para as futuras anotações.






CONDIÇÕES BÁSICAS PARA QUEM JÁ QUEIRA ARREGAÇAR AS MANGAS PARA UM TRABALHO PSICOPEDAGÓGICO

§  Tentar localizar um ser cognoscente
§  Não pegar abaixo de 10 anos
§  Pegar pessoas que apresentem histórico de fracasso escolar
§  Localizar a família
§  Se apresentar para a família
§  Falar que você está passando por um processo que é “aprender fazer fazendo”
§  E começar a anamnese
§  Tem que coletar os dados o máximo possível



Obs. 7: Voltando para o tópico VIII onde se trabalha a área afetivo-social é interessante uma leitura mais minuciosa nos textos que se refere ao   “PAR EDUCATIVO, EOCA, FAMÍLIA EDUCATIVA”.

TÓPICO VIII

ÁREA AFETIVO-SOCIAL – A primeira área da investigação, afetivo-social - provas projetiva.

VIII.I – Desenhe dois sentimentos:

§  Desenhe uma pessoa com medo e uma com raiva
§  Desenhe uma pessoa triste e alegre


Obs.8: Tudo o que é projetivo não é o desenho em si, mas o que vai ser desenhado e como ele é representado.



            Deve-se Observar:
§  O tempo que leva para desenhar
§  Se ele debruçou, morde o canto da boca
§  Não determinar terminar o tempo para o desenho
§  Observar os mínimos detalhes.

DEPOIS DE DESENHADO

§  Pedir para ele falar do desenho
§  Nome, idade, dizer porque ele está com medo

Obs.9: quando eu desenho nada passa despercebido pelo nosso cérebro. Então peça para ele relatar todos os outros desenhos. E assim observar como ele relata e observe entre linha quando tenta para se proteger.

PEDIR PARA ELE FAZER OUTROS DESENHOS

§  Desenhar o que ele mais gosta de fazer com sua mãe (se não tiver   mãe que seja a pessoa com quem ele tem esse vínculo)
§  Desenhe o que ele mais gosta de fazer co o seu pai (se não tiver   pai que seja a pessoa com quem ele tem esse vínculo)
§  Desenhar o que ele não gosta de fazer com sua mãe
§  Desenhar o que ele não gosta de fazer com o seu pai


PAR EDUCATIVO

O par educativo tem uma consignia e o material exato

CONSIGNIA DO PAR EDUCATIVO

§  Desenhe uma pessoa ensinando e outra aprendendo
§  Antes de desenhar deve está bem esclarecido que ele pode desenhar o que quiser só deixar claro que são duas pessoas.


Obs. 10: ainda que ele não saiba fazer o desenho, peça que faça assim mesmo porque o importante não é avaliar o desenho em si,  mas sim  avaliar a temática do desenho.



QUANDO TERMINAR O DESENHO


§  Pedir pra ele dar nome aos personagens dos desenhos

O DESENHO DA PESSOA QUE ESTÁ ENSINANDO

§  Perguntar quem está ensinando?
§  Ensinando o quê?
§  Depois perguntar se esta pessoa que está ensinando ela sabe ensinar?
§  Se ele gosta de ensinar?

O DESENHO DA PESSOA QUE ESTÁ APRENDENDO?

§  Esta pessoa está conseguindo aprender?
§  Se não (porque ele não está conseguindo)?
§  Ele gosta de estar aprendendo?
§  E se gosta de estar aprendendo quem ensina gosta de quem está aprendendo?
§  Quem está aprendendo gosta de quem está ensinando?




Obs. 11: Quando começo meus questionamentos dá para depois fazer uma análise para ver se tem vinculo positivo ou negativo.






EOCA
DEVEM EXISTIR ALGUNS MATERIAS DISPONIVEIS PARA O SER COGNOSCENTE

§  Folhas lisas
§  Folhas de papel de carta
§  Folhas de papel pautado
§  Lápis sem ponta
§  Apontador Caneta esferográfica
§  Borracha
§  Papel celofane

Obs.12: O lápis deve ser deixado sem ponta par observar se ele terá a iniciativa de fazer a ponta ou ficará sem desenhar porque a ponta não está feita.

CONSIGNIA DA EOCA

§  Todo esse material é pra você usar da forma que você quiser me mostre o que te ensinaram e o que você aprendeu.


Objetivo: Identificar o modelo de aprendizagem que o ser cognoscente possui naquilo que alguém aprende e aprende a aprender.

Obs.13: Em caso de adolescente nem precisa pedir para desenhar pode ser falar de um livro de interesse dele.  No caso do adulto só se pede para ele falar tudo o que sabe e o que aprendeu.

Obs.14: Para o pesquisador psicopedagógico não se pode ter preconceito do que possa ocorrer ou não, porque cria expectativa. Deve existir sempre uma imparcialidade diante dos fatos relatados.
 












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